Saúde mental e alimentação

Neurodivergências, saúde mental e alimentação no acompanhamento nutricional

O objetivo não é fazer você funcionar como alguém que não enfrenta os mesmos desafios. É construir estratégias compatíveis com a sua forma de viver.

Jéssica Ribeiro em retrato vertical
Como Jéssica trabalha

Estratégias construídas para outra realidade podem aumentar a sensação de fracasso

Planejar refeições, perceber sinais do corpo, tomar decisões, iniciar tarefas e repetir hábitos exigem funções que podem ser afetadas por TDAH, autismo, depressão, ansiedade, transtorno bipolar, privação de sono e uso de medicamentos.

Isso não significa que o objetivo nutricional seja impossível. Significa que a conduta precisa considerar atenção, previsibilidade, sensibilidade, impulsividade, energia, organização, fome, saciedade e efeitos de tratamentos médicos.

Jéssica não realiza diagnóstico nem tratamento psicológico. Sua atuação permanece dentro da Nutrição e pode acontecer em conjunto com psicólogo, psiquiatra, endocrinologista e outros profissionais responsáveis.

Para quem faz sentido

Fatores que podem ser considerados

01

dificuldade de iniciar, organizar ou repetir refeições

02

hiperfoco, esquecimento ou baixa percepção de fome

03

seletividade e sensibilidade sensorial

04

busca de estímulo, impulsividade ou recompensa imediata

05

alterações de apetite, saciedade ou peso relacionadas a medicamentos

06

exaustão depois de mascaramento ou sobrecarga

07

medo de precisar escolher entre saúde mental e cuidado com o corpo

Etapas

A conduta nutricional respeita os limites de cada profissão

1

Mapear impactos na alimentação

Entender como sintomas, rotina e medicações interferem nas decisões alimentares.

2

Adaptar estratégias

Reduzir etapas, organizar ambiente, criar lembretes, simplificar escolhas e considerar sensorialidade quando necessário.

3

Acompanhar resposta

Observar energia, fome, saciedade, sintomas, exames e mudança de comportamento.

4

Integrar o cuidado

Trocar informações com profissionais responsáveis quando houver autorização e benefício para o tratamento.

Perguntas comuns

Dúvidas frequentes

Jéssica trata TDAH, autismo, ansiedade ou depressão?

Não. Ela considera os impactos dessas condições na alimentação e constrói a conduta nutricional dentro de seu escopo profissional. Diagnóstico e tratamento psicológico ou psiquiátrico pertencem aos profissionais responsáveis.

Medicamentos psiquiátricos podem ser considerados?

Sim. Alterações de apetite, saciedade, energia, sono e peso podem ser discutidas no acompanhamento nutricional. A decisão sobre prescrição, dose ou retirada é médica.

Preciso ter diagnóstico para procurar o acompanhamento?

Não. Dificuldades de organização, sensorialidade, impulsividade, energia, fome e saciedade podem ser consideradas mesmo quando ainda não existe um diagnóstico. A indicação depende da demanda nutricional e da avaliação do caso.

O atendimento é online?

Sim. O acompanhamento online atende pessoas em diferentes regiões e também brasileiros que moram no exterior.

Próximo passo

Sua alimentação parece exigir um esforço maior do que deveria?

Conte quais fatores mais interferem na sua rotina e qual resultado você gostaria de construir.